Unidade de Investigação - LIDA - Laboratório de Investigação em Design e Artes
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Percorrer Unidade de Investigação - LIDA - Laboratório de Investigação em Design e Artes por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "03:Saúde de Qualidade"
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- 2USE: Observação Participante num Projeto de Cocriação da InovaçãoPublication . Fernandes, Isabel; Fragata, NunoCocriar implica criar em conjunto e envolve um processo interativo de aprendizagem. Num contexto de grande complexidade ou de necessidade de planear ações futuras, trabalhar colaborativamente permite desenvolver competências e adquirir novos conhecimentos. O Design, como território onde se trabalha com o imprevisto, com uma diversidade de questões, com problemas complexos e com utilizadores de objetos e serviços, pode encontrar no trabalho colaborativo de co-criação formas criativas, eficazes e eficientes de ultrapassar as etapas do processo metodológico, sem que os intervenientes percam a sua individualidade. O valor dos inputs de cada um dos intervenientes são únicos, construtivos, integrados numa situação real e podem envolver, tanto aspetos sociais ou culturais (de identidade), como económicos, políticos, ambientais ou outros.
- Acessórios para elementos de construção. DESENHO OU MODELO NACIONAL Nº 6912Publication . Ribeiro, Manuel António De Jesus; Jorge, Pedro Fonseca ; Gonçalves, Sérgio Gomes PiresPRODUTO 1: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 2: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 3: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 4: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 5: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 6: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 7: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 8: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 9: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 10: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 11: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 12: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 13: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADASPRODUTO 14: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU P RÉ-MONTADASPRODUTO 15: COMPONENTES PARA CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS OU PRÉ-MONTADAS
- Aluminum-to-Steel Cladding by Explosive WeldingPublication . Carvalho, Gustavo H. S. F. L.; Galvão, Ivan; Mendes, Ricardo; Leal, Rui M.; Loureiro, AltinoThe production of aluminum-carbon steel and aluminum-stainless steel clads is challenging, and explosive welding is one of the most suitable processes to achieve them. The present work aims to investigate the coupled effect of two strategies for optimizing the production of these clads by explosive welding: the use of a low-density interlayer and the use of a low-density and low-detonation velocity explosive mixture. A broad range of techniques was used to characterize the microstructural and the mechanical properties of the welds, specifically, optical microscopy, scanning electron microscopy, energy dispersive spectroscopy, electron backscatter diffraction, microhardness and tensile-shear testing with digital image correlation analysis. Although aluminum-carbon steel and aluminum-stainless steel have different weldabilities, clads with sound microstructure and good mechanical behavior were achieved for both combinations. These results were associated with the low values of collision point and impact velocities provided by the tested explosive mixture, which made the weldability difference between these combinations less significant. The successful testing of this explosive mixture indicates that it is suitable to be used for welding very thin flyers and/or dissimilar materials that easily form intermetallic phases.
- Anda Mostrar-me Onde Te EsquecestePublication . Toste, Tomás
- ANTES DO CONSELHO, UM CONSELHO, TÓZÉ AMIGOPublication . Cardoso, Carla MEste documento foi escrito no âmbito da tese de doutoramento em Arte Contemporânea em curso no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, intitulada "Quem fala em nome de quem? Direito ao imaginário, retórica e representação na gestão cultural das instituições portuguesas", orientada pelo Professor Doutor Pedro Pousada.
- Application development for Tuberculosis: A case study in Brazil with user experience validation using AIPublication . Teixeira, Joaquim; Maia, Melanie Raimundo; Pernencar, Cláudia Alexandra da CunhaO uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é uma ferramenta poderosa em todas as áreas do conhecimento, inclusive na saúde. No setor saúde, há contribuições significativas do uso de novas tecnologias, e a Organização Mundial da Saúde considera o uso de tecnologias digitais uma ação importante na redução da incidência de tuberculose em populações vulneráveis. Este artigo tem como objetivo descrever o processo de desenvolvimento de aplicativo para controle e monitoramento da tuberculose por meio do gerenciamento do seu processo terapêutico. A abordagem metodológica inclui a Metodologia de Pesquisa Design Science, abrangendo revisão de literatura, desenvolvimento inicial de protótipo no Brasil e experiência do usuário em Portugal utilizando validação de Inteligência Artificial (IA) com Eye Tracking. Os resultados orientam a equipe de pesquisa a melhorar os recursos de monitoramento e acompanhamento de pacientes do aplicativo de tuberculose. Simulações utilizando IA para validação da aplicação demonstraram a possibilidade de simular sua utilização, possibilitando antecipar problemas e melhorar a aplicação.
- ARRISCAR A VIDAPublication . Silva, RodrigoO que pode significar a afirmação arriscar a vida? Que apelo se esconde nessa proferição desassombrada, nessa intimação imperativa? É uma incitação a jogar com a morte ou uma convocação para o viver, para um viver mais amplo e mais pleno? Arriscar a vida, no seu sentido mais imediato, soa e ressoa como uma prova aventurosa: enfrentar a morte e sobreviver. O risco é mortal, ou talvez devêssemos dizer: ser mortal é estar em risco, em risco de morte. São mortais os que estão vivos. A vida é um risco inantecipável e incalculável assumido por nós, os vivos. Expor-se ao perigo é o nosso destino de humanos: somos infinitamente vulneráveis, tidos e mantidos numa frágil trama de interdependências. A vida vivida nunca é neutra: lança-se para o desconhecido dos encontros e dos começos, num instável equilíbrio que busca em cada passo dado encontrar um novo equilíbrio. Será que existe e podemos pensar, alojado no coração da própria vida, um impulso insondável, uma música secreta, um apelo segredado ou uma voz interior, capaz de mudar a existência, de a fazer impelida e insuflada pelo desejo? O que acontece com uma cultura e uma sociedade que persiste em considerar esse risco de viver sem logo o conjurar, sem o tornar um acto transgressivo, pura loucura, comportamento desviante que rompe os conformismos e as conformações aos modelos e às lógicas da reprodução social? [...]
- Arte e Visualidades Sobre Corpo e Lugar: Saber Tradicional Ameríndio e Experiências Transmetodológicas Entre Brasil e PortugalPublication . Dilva, Marcelo Rodrigo da; Wielewicki, Fabiana Feronha; Luzio, TeresaEste artigo relata a experiência didática, pedagógica e interdisciplinar no estudo das visualidades sobre corpo e lugar, envolvendo os componentes curriculares de Fotografia, Cinema e Performance dos cursos de Jornalismo e Artes Visuais de instituições de ensino superior no Amazonas, Brasil, e nas Caldas da Rainha, em Portugal. Sob uma perspectiva transmetodológica (MALDONADO, 2012), reflete-se sobre os sentidos e linguagens experimentais desenvolvidos pelos estudantes e professores, de forma híbrida (presencial e remotamente), durante o primeiro semestre de 2022 e que têm como referência estudos ancorados no saber tradicional ameríndio (KOPENAWA e ALBERT, 2015; CASTRO, 2017) e nos sentidos cosmológicos relacionados às visualidades, mais especificamente à luminescência.
- A ausência de rasto como estratégia artística para trabalhar a partir da paisagemPublication . Leal, JorgeAs presenças megalíticas, as pinturas e gravuras parietais ou as pedras empilhadas que encontramos em locais esotéricos testemunham a propensão civilizacional de sinalizar a paisagem. Os municípios constroem miradouros e passadiços de acesso à paisagem artificializando gradualmente a relação com o natural. As pedras de contemplação sino-japonesas, as peças para interior de Richard Long ou a intervenção ambientalista Ice Watch de Eliasson problematizam o uso da paisagem como tema artístico a partir da recolha de amostras naturais. Por outro lado, as intervenções permanentes de Robert Smithson, Michael Heizer e Nancy Holt alteram irremediavelmente a paisagem. Mesmo quando Robert Morris ou James Turrell propõem revelar a paisagem estão a transformá-la radicalmente. Num tempo de atualizada preocupação ambiental ainda faz sentido continuar a ocupar e transformar a paisagem com intervenções artísticas? Por quanto mais tempo suportará a paisagem a nossa pilhagem e transformação?
- AutopoiesisPublication . Moscheta, Marcelo
